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Mostrando postagens de Maio, 2012

A melodia do silêncio.

Uma fazenda está abandonada em algum lugar no meio desse nada pequeno mundo em que vivemos, o lugar está vazio, velho, apodrecendo, os animais dali já foram roubados, ou fugiram, assim como os donos foram embora dali, pelo mesmo motivo ou por outros alheios a vontade natural deles. Os antigos donos levado no silêncio da noite, jazem adormecidos sob a terra, onde duas cruzes feita as pressas por alguém que já não queria ficar mais tempo ali mostram onde descansam.  Tudo parece estar silencioso, não há vento, não há som de animal algum, seja pássaros ou inseto, tudo parece vazio e meio morto, como se o lugar estivesse de luto. Luto pelo que? Pediriam os curiosos, e eu lhes responderia apenas que ele sente falta. Falta do que? Tornariam a repetir, eu apenas sorriria, não responderia é claro, mandaria os olhar novamente a paisagem.  De repente um vento suave começa a soprar movimentando um sino antigo que está pendurado em uma das portas, o sino começa a soar levemente, é quando começa a…

É preciso mudar...

Uma jovem que está com fones de ouvido, e um violão que está pendurado em suas costas, ela parece tranquila, e um sorriso bobo e até um pouco intrigante brinca em seus lábios. Seus passos são firmes, e um pouco apressados, mas ela parece totalmente despreocupada se está atrasada. 
Seus passos não ecoam nas ruas movimentadas, mas muitos param, ou passam e olham a garota, que anda pelas avenidas da cidade como se estivesse sozinha, ou em um belo e agradável parque, que aliás, é para onde parece estar se dirigindo. Talvez um parque não defina exatamente para onde ela está indo, ela está indo em direção a uma praça pequena e simpática, que parece ser a única que não foi depredada naquela cidade, talvez porque apesar de se encontrar em uma avenida esteja escondida no meio de prédios comerciais. 
Ela chega a praça, que está bela, as folhas amarelas estão caindo no chão, é Outono e a brisa fria sopra bagunçando os cabelos dela, e as folhas das árvores e as do chão, mas mesmo assim a visão da p…