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Mostrando postagens de Junho, 2011

É, a razão é você.

Sabe qual é a razão de que em um dia normal, tudo comece a parecer mágico, e eu fique vermelha que nem um pimentão? Sabe qual é a maldita razão de eu perder o fôlego, e as palavras fugirem da minha mente? Sabe qual é a maldita razão para que todo dia eu só peço que pelo menos um dia, essa razão perceba que eu existo? É a razão é você, e agora que sabe disso, não quebre o meu coração, porque ele é precioso, e vingativo.

Por B.

...

Aquele sorriso que lhe dei hoje de manhã, foi um sorriso falso, eu não tinha pelo que sorrir, e não sentia felicidade dentro de mim. Tristezas, e confusões, passavam pela minha mente, mas ninguém pareceu perceber. Todos se contentavam com a sua hipocrisia barata, de fingir que acha que estou bem, e que eu não preciso de ninguém, que sou forte, e um abraço para mim é indiferente. Mas quantas vezes eu precisei de um abraço que me acalmasse? De um ombro amigo que me escutasse? Quantas vezes eu precisei, das pessoas que eu não hesitaria em ajudar, mas elas nunca estavam lá.  Cansei de esperar, que as pessoas tomem jeito, e que se importem com o meu sentimento, cansei de esperar que alguém venha me ajudar. Eu só podia mudar por mim mesma, mas eu precisava de vocês. Quantas vezes, no escuro da noite, abafei meu choro, e escondi os olhos inchados com maquiagem de manhã? Quantas vezes eu vi aquelas risadas falsas de pessoas que eu não podia nem contar? Quantas vezes esperei que meus amigos pudes…

Perdão na tempestade...

Eles estavam abraçados, tentavam se proteger da chuva e se esquentar, a caverna estava molhada, e de lá, se ouvia o som do mar que estava em fúria. -Você está com medo? - ela perguntou o olhando com um pouco de receio, ele era o cara mais popular do colégio, ele nunca tinha medo, eles nem deveriam estar ali, só estavam abraçados para que o frio fosse embora. Ela era a menina maluca, a menina que nunca deveria falar com pessoas como ele, não os odiava, simplesmente fingia que eles não existiam, assim como eles faziam isso com ela, porque ambos os dois lados sabiam que se falassem alguma coisa, eles brigariam feio. Eles já tinham sido amigos, mas isso tinha sido há muito tempo. -Sim... - ele murmurou sendo sincero não só com ela, mas consigo mesmo. Ela estava com a perna cortada, e ele sentia ela tremendo de frio em seus braços, ela estava com febre. E pela primeira vez em muito tempo, ele estava se importando com alguém além de si mesmo. -Mas você nunca tem medo - ela falou o olhando um …